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Milhares participam de marcha para Jesus, na Bolívia

Após o presidente Evo Morales voltar atrás com a lei que poderia criminalizar a evangelização na Bolívia, milhares de pessoas foram às ruas do país para declarar que “Jesus Cristo é o Senhor da Nação” boliviana. Segundo dados da Associação Nacional de Evangélicos da Bolívia (Andeb), cerca de 250 mil pessoas participaram do ato, que aconteceu na última segunda-feira (5).

O encontro foi promovido por igrejas evangélicas da Bolívia, mas, segundo os organizadores, contou com grande participação de católicos também. Eles tomaram as principais ruas de Santa Cruz, Sucre, La Paz e Oruro.

– Queríamos, como cristãos, dar uma mensagem à Bolívia: a Igreja está unida, nos princípios e valores que acreditamos – declarou o pastor Oscar Menacho, um dos líderes da marcha, ao portal de notícias cristão CBN.

Além da defesa da liberdade religiosa, os cristãos reivindicaram questões como direito à vida e à família.

– Fomos às ruas proclamando melhores dias para a família, especialmente para nossas crianças e jovens. Fizemos uma intercessão profética por todas as famílias da Bolívia. Também proclamamos que a Bolívia tem um dono, chamado Jesus Cristo – afirmou Menacho.

Ainda durante a marcha, os cristãos oraram em conjunto pelos governantes do país, e pediram “que eles possam abrir os olhos” para a Palavra de Deus.

– Oramos em favor de todas as autoridades constituídas no país. Pelo presidente, pelo vice, senadores, deputados, prefeitos, governadores e conselheiros municipais. Porque queremos proclamar que a mão de Deus está sobre cada uma das autoridades e que eles possam abrir os olhos para a verdade incontestável que está na Palavra do Senhor. Também declaramos que Deus está acima de todas as autoridades, e para sempre estará entronizado – encerrou o pastor Menacho.

O protesto acontece dias depois que o presidente Evo Morales tentou criminalizar, através do Código Penal do país, a evangelização como um crime. Após duras críticas, Morales voltou atrás e decidiu excluir o artigo 88 do texto, que tratava como crime de tráfico humano o “recrutamento para a participação em conflitos armados ou organizações religiosas ou cultos”. Caso entrasse em vigor, a pena prevista para esse crime seria de até 12 anos.

Fonte: Pleno.News – 10/02/2018

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