Márcio Ezequiel

Preocupa-se em ouvir um latoeiro ignorante como John Bunyah pregar”? 

Diz uma historia do século Século XVII, que o grande teólogo inglês puritano John Oweh, foi inquirido pelo rei da Inglaterra Charles II com a seguinte pergunta:

“porque você com tão expressivo conhecimento, preocupa-se em ouvir um latoeiro ignorante como John Bunyah pregar”? 

John Oweh lhe respondeu: 

“Sua majestade, se eu possuísse as habilidades do latoeiro para a pregação, eu ficaria feliz em renunciar a todo o meu conhecimento”.

John Owen é reconhecido como a mente teológica mais brilhante do século Século XVII. Um puritano fervoroso cuja a erudição e devoção, inspirou diversos intelectuais, pastores e teólogos ate os dias de hoje. Ele exercia uma influência religiosa, política e social muito expressiva em sua época.

Johh Bunyan foi um homem com pouca educação escolar,  mas se tornou um pregador leigo  puritano batista de muito sucesso na época. Mas por pregar em praças públicas sem autorização da igreja estatal da Inglaterra, ele foi preso. Quando inquerido se deixaria de pregar caso fosse liberto, ele respondeu dizendo: ” se eu for solto hoje, pregarei amanhã “. Isso lhe custou mais de 12 anos de prisão.

O grande teólogo inglês John Oweh, era um ouvinte e admirador da pregação eloquênte e intrepida de John Buyan. Durante o período da prisão de Bunyan, Oweh tentou usar sua influência política para libarta-lo da prisão porem, sem sucesso.

Mas quando John Bunyan saiu da prisão em 1676, trouxe com ele um manuscrito de um livro escrito por ele durante os fatídicos dias na prisão, que se se tornou o livro mais lido depois da bíblia. Estou falando do célebre beste seller mundial  “O PEREGRINO”.

Tudo porque John Owen falhou em suas boas tentativas de libertar John Bunyan da prisão. As vezes não entendemos o porque das coisas não darem certo, e nossas tentativas em fazer o melhor se frutrarem. É porque está escrito:

Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR,”

Fonte: Cedo Venho/Pr. Márcio Ezequiel
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