Oriente Médio

Palestina pagará salário a terrorista que assassinou professor israelense

A prática de “Pagar para matar” está oficialmente em ação na Palestina. É o que pode-se provar com o caso da família do adolescente que assassinou o americano-israelense Ari Fuld. O jovem terrorista receberá cerca de US$ 400 por mês da Autoridade Palestina pelos próximos três anos, segundo informou o Jerusalem Postnesta terça-feira (18).

Fuld, de 45 anos, foi esfaqueado nas costas por um terrorista palestino no domingo, em frente ao shopping em Gush Etzion, na Judeia, também conhecida como Cisjordânia. Fuld ainda conseguiu perseguir, atirar e ferir seu atacante Khalil Jabarin, de 17 anos, antes que de desmaiar e morrer.

Fuld, pai de quatro filhos, foi saudado como herói por amigos e familiares. Ele era um conhecido defensor de Israel e do povo judeu nas mídias sociais.

Já o jovem terrorista está se recuperando de seus ferimentos em um hospital israelense.

O pagamento à família de Jabarin faz parte de uma prática já assumida pela Autoridade Palestina, conhecida como “pagar para matar” ou financiar terroristas e suas famílias para se tornarem o que eles chamam de “mártires”.

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No início deste ano, o presidente Trump assinou a lei “A Lei da Força de Taylor” para parar de financiar a Autoridade Palestina, até que a nação árabe mude suas leis para deixar de dar subsídios aos terroristas e suas famílias.

Israel também aprovou uma Lei para responder a Palestina em julho, segundo a qual deduzirá a quantia de dinheiro dada aos terroristas e suas famílias dos impostos e tarifas que Israel cobra em nome do P.A.

Fuld atuou como vice-diretor da Standing Together, uma organização que apoia os soldados do exército israelense. Ele também dava aulas de Krav Maga, um tipo de luta desenvolvida pelas forças armadas de Israel.

Uma mãe contou à CBN News que seu filho de 12 anos, Eshchar, e seu marido eram alunos de Fuld, que gostavam de trabalhar com pais e filhos juntos.

“Antes de cada lição, ele os sentava e dava uma Palavra da Torá ou algo forte, patriótico sobre Israel, ou algo sobre o corpo ou a saúde, e isso era incrível. E depois de um ano, meu filho amou tanto isso que ele trouxe para a aula”, disse ela.

“Quando eu vi o nome, eu estava chorando e chorando, e eu disse: ‘Por que, por que, por que?’. Um homem tão grande, tão forte”, disse ela.

Fonte: CBN News – 18 de Setembro de 2018

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